segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Quando uma feminista e um machista se apaixonam...


Vou contar uma historinha de amor... Eu era uma moça independente, que não tolerou o abuso psicológico e machismo familiar, fui trabalhar e morar sozinha e pagar meu próprio aluguel para ter meu canto de paz. Morei sozinha numa capital do país por 10 anos e desacreditava do amor, o único amor que eu tinha eram meus irmãos e irmãs ... Durante anos vivi igual à nômade até que fui morar na Dona Teresa. A Santa Teresa na verdade, que me resgatou e me fez voltar a acreditar na humanidade, falarei dela em outro post, pois ela vale...
 Eu saia, bebia, namorava, não namorava e fazia comida em casa sozinha e assistia 4 temporadas do E.R. enquanto tomava um pouco do vinho de garrafão que eu sempre tive em casa.
 Me sentia livre, ouvia absurdos, que eu tinha que ser "mais melhorzinha", mais paciente, mais amorosa, mais menininha, menos homenzinho, mais dependente, tinha que aprender a lavar, a passar, a cozinhar, ser menos barulhenta, tinha que aprender ariar panelas e passar camisas, tinha que beber menos e comer mais e parar de comer fora, tinha que ser em casa, tinha que aprender a gostar de crianças e querer ter filhos, sim, eu odiava crianças e cachorros, não eles, mas o trabalho que isso acarreta, e não queria ter filhos nem que a vaca tussa, eu não queria cuidar de ninguém e nem perder minha liberdade, me diziam que eu tinha que aprender a ser submissa porque senão eu nunca ia achar um homem que iria casar comigo. Eu dizia, e quem falou que quero casar? E se eu casar será com alguém que me aceite exatamente do jeito que eu sou, que beba comigo, que saia comigo, que jante fora comigo, que me entenda e que me ame, não vou ser diferente para alguém me amar, se me amar, pega o pacote completinho, sou bem legal, bem divertida, bem feliz, muito batalhadora e muito amorosa, mas não espere grandes demonstrações entusiásticas de amor minhas, mas sou muito leal e honesta. Garanto que alguém gostará disso,
 Já escutei que tinha que engravidar de homem rico, que tinha que parar de fazer eventos pois eu trabalhava a noite e nos finais de semana e em datas comemorativas e ninguém casaria com alguém que trabalhasse à noite, mas eu não pretendia fazer eventos para sempre, tanto que com 25 anos parei, que tinha que parar de falar palavrão, que eu era um diamante bruto (essa me deu vontade de vomitar, sério).
 Um dia fui num aniversário qualquer de uma amiga de balada daquele momento da minha vida, que nem tenho mais contato infelizmente, sei que cheguei nesse aniversário sem perspectiva, era mais um dia de festinha e bebedeira.
 Conversando com os outros convidados, lindos olhos iguais duas jabuticabas que estavam olhando dentro dos meus me chamaram a atenção. Batemos papo e sei que chegou uma hora que não tinha onde sentar e sentei ao lado dele. Ele foi embora, eu continuei na festa, outro dia fui trabalhar e chamei minha amiga. Aquele papinho básico, amiga, adorei tudo, beleza, mas quem é Ele? "É um amigo meu, solteiro, tem um trabalho que adora, gente boa e gostou de você também." Hum, épocas de orkut, nos adicionamos e combinamos dele me ligar quando voltasse da viagem à trabalho. Minha amiga me disse: "Ele não vai te ligar, não liga para ninguém, não gosta de ninguém" Igual a mim? Perfeito. Veremos. Se não ligar eu ligo. Sim, nunca tive problemas com ele liga ou eu ligo.
 Ele ligou no dia combinado e saímos para jantar. No papo ao caminho do restaurante eu falei comigo mesmo. É Ele, eu quero, vou me casar, vou ter filhos, que homem é esse, quero ele para mim, quero ficar com ele, para sempre, quero o cheiro dele, a voz dele, a pele dele, a companhia.
 Ele me contou dos defeitos, viaja a trabalho, fica dias fora (sério? perfeito para mim, já que eu amo ficar sozinha, não dará tempo de enjoar), é viciado em assistir jogo de futebol e a mãe é um caso complicado.
 Me apaixonei no primeiro encontro e do primeiro veio o segundo, o terceiro, namoro oficial, apresentação para as famílias, morar juntos, noivado, casamento e filhos, sim, no meio do namoro ele me convenceu que eu poderia ter filhos com ele, que ele queria ter filhos e acabei me convencendo que com ele eu teria filhos.
 Durante o namoro e noivado os amigos e família dele me diziam, ele é muito machista, ele é muito chato, ele não aceita isso e isso, mãe dele me dizendo, sim, você não vai fazer o prato dele (oi?), tens que lavar a camisa dele assim e assim (passei as recomendações para a lavanderia, parece que entenderam bem), ele não vai ficar casado com ela pois ela é relaxada (quem são vcs para saberem disso sendo que nunca entraram na minha casa e outra, se ele quer a casa lustrada que pague empregada, estou casando e não arrumando emprego de doméstica, certo? Até porque empregada doméstica hoje em dia graças a Deus tem registro, fgts, inss e todos os direitos garantidos, escravidão ficou para trás.).
 Nunca dei atenção à esse tipo de comentário, sempre desdenhei o machismo dele, pois nós éramos muito apaixonados para deixar esse pequeno detalhe atrapalhar nosso amor. Sempre tirei barato do machismo dele e dizia que isso eu tiraria de letra, pois perto do que passei com minha família, a mais machista do Brasil e perto do que foi trabalhar e me sustentar sozinha durante dez anos numa cidade estranha, machismo não seria nada para mim.
 Sem detalhes sórdidos, mas vi várias demonstrações do machismo e abuso durante o namoro, mas não dei a devida importância, pois achava que eram brigas momentâneas, coisas de nervos a flor da pele, coisas da paixão, nervoso pelas responsabilidades que estávamos adquirindo. Fui deixando, teve algumas vezes que pensei seriamente em não evoluir ao casamento, pois fiquei com medo das reações absurdas que vi ele tendo, mas achei que era um nervoso momentâneo, e a paixão e amor me deixaram cega e sempre deixei passar, nem digo que perdoei, porque ele simplesmente parece que não se lembra das coisas que diz e faz. Faz de conta que não lembra, ou realmente está tão acostumado com a falta de respeito às pessoas que realmente não se lembra.
 Durante o puerpério eu estava tão frágil e insegura, com a auto estima tão baixa, sempre fui magra e bonita, independente e segura; estava gorda, desengonçada, com um filho para cuidar sem ajuda de ninguém que deixei o machista virar um abusador.
 Decidi parar de trabalhar fora porque não queria deixar minha filha com os outros e com essa decisão veio a pior fase da minha vida, a fase de achar que eu não estava fazendo nada só porque eu não trabalhava fora, pessoas me questionando do porque eu parei de trabalhar sendo que eu tinha tanto potencial e era tão inteligente. Pois é, essa é a resposta, justamente por eu ter tanto potencial e ser tão inteligente eu decidi dar um tempo da minha vida profissional e cuidar do meu casamento e da minha filha. Meu marido não tem hora para sair, chegar, viaja, fica dias fora, não posso contar com ele para nada. Quantos aniversários, datas comemorativas eu já passei sozinha e sério, eu não ligo!
 O que começou a ser ruim, não foi a cobrança externa com relação ao fato de eu não trabalhar, pois isso interessa somente a mim e a meu marido e a decisão é conjunta e nunca tivemos dúvidas com relação a isso.
 Só que o medo de toda feminista se concretizou, junto com o fato da proteção, cuidado, todo machista cobra e caro por isso. Ele realmente gosta da mulher em casa, cuidando dos filhos, ela não precisa trabalhar fora. Muitas me questionavam, mas e ele, com esse negócio de você não trabalhar, gente, ele é a pessoa mais feliz desse mundo de poder "proporcionar" isso.
 Durante um longo período eu aceitei todo tipo de abuso verbal dentro de casa, todo tipo de cobrança, não vou entrar em detalhes, hoje vejo o quanto foram pesados e vejo que eu não merecia nada daquilo, mas precisei passar para entender.
 Eu não deixei de ser feminista porque virei dona de casa e mãe, ok? Eu mereço respeito, eu como, bebo, me visto, não posso andar pelada, falo, penso, eu não deixei de ser inteligente porque dei um tempo na "carreira", que mané carreira, eu trabalhava para me sustentar e comprar minhas coisas.  Todo mundo precisa de um teto para morar e de comida para se sustentar. Acontece que sairia bem mais caro eu trabalhar e pagar alguém para ficar com a cria somente para eu poder fazer "minhas coisas". Eu só parei de "fazer minhas coisas" porque decidi mudar de apartamento, não porque não temos dinheiro, ou porque eu não trabalhando não terei condições para isso. Nós temos. Yes, we can... Só escolhi viver uma vidinha num apartamentão do que um vidão num apartamentinho.  Questão de Escolha. E na verdade foi ótimo, nesse período que dei comecei a me descobrir e agora vou focar no que eu gosto mesmo que e moda e arte, ano que vem vou me especializar e fazer cursos disso, como eu queria quando tinha 16 anos e minha família não permitiu.
 Algumas mães me disseram, mas volta a trabalhar para ele te respeitar, EPA, EPA, EPA (momento epa da Patrícia Lages, kkkk), quem foi que inventou que uma mulher que tem um bebê nos braços, longe da família, com um marido que trabalha para cacete e sem auxílio NENHUM de ninguém para nada tem que trabalhar fora para ser respeitada, PARA O MUNDO QUE EU QUERO DESCER!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
 Mulher adquiriu o direito de trabalhar, porque antigamente na nossa sociedade machista não se admitia que uma mulher trabalhasse fora, ela era vista com maus olhos, mas eu quero saber onde foi que as mulheres se perderam e começaram a achar que tem OBRIGAÇÃO de trabalhar fora quando o que elas querem é ficarem neuróticas sim, mas com o seu bebê nos braços, sentindo e cheirando ele o dia todo.
 E tem reclamões para tudo, que então se eu quero isso não deveria reclamar, sim, é fodástico, eu não tenho tempo de ir ao banheiro sem escutar um manhe, amor, manhe, amor, manhe, amor, pois é o dia todo com a criança e a noite com o marido, minhas folgas são quando ele viaja a trabalho e eu penso que vou fazer inúmeras coisas. Quando eu não tinha filhos chamava minhas amigas para virem aqui bater papo e tomar vinho, agora eu só durmo! Sim, vejo algum filme que EU quero ver e durmo cedo, durmo, descanso, pois estou só o pó. Eu iria reclamar de qualquer maneira, se trabalhasse fora ia chorar as mágoas por estar longe de casa e perder o crescimento da minha filha.
 Quando minha filha tinha uns seis meses, a terceira ajudante pediu para sair e decidi ficar sem ninguém e a partir daí minha vida virou um inferno e fiquei louca. O único conselho que as pessoas sabiam me dar era bota na creche. povo, deixa eu explicar explicadinho, o problema não é ficar com a bebê, eu quero isso, o problema é limpar privada no chão de joelhos, ter que explicar todo santo dia para o marido que eu preciso de dinheiro para comprar comida, ele só me dar depois de brigas estratosféricas, sair para comprar comida, carregar uma sacola num braço e um bebê no outro, fazer a comida, lavar a louça da comida, guardar, lavar roupa, varrer o chão 20 vezes por dia, pano mais 30, recolher brinquedos o dia todo e depois o machão chegar em casa e começar a gritar porque a casa está suja e bagunçada, pois a mãe dele deixava a casa um brinco, segundo ele. O problema não era meu bebê, era a falta de compreensão e a falta de sensibilidade da pessoa que tinha que mais me apoiar, afinal, ele quis ter filho.
 Estava sofrendo abuso dentro de casa e não sabia. Não percebia e não queria enxergar, essa era a realidade, ouvi algumas vezes que a culpa era minha e ficava fula da vida, mas essa é a verdade, eu deixava isso acontecer, pois tinha medo de perder, eu amava demais, a auto estima estava baixa e fui deixando ele fazer isso comigo, porque eu revidava e sentia que assim estava tudo bem. Só que cheguei ao limite e vi que não queria mais viver desse jeito, brigas e gritos todo santo dia em casa, estava sofrendo abuso e só me defendia, me diziam, fala com jeitinho, jeitinho é o caralho, se qualquer pessoa escutasse o que tive que escutar não tinha jeitinho coisa nenhuma, nunca me bateu, se alguém está preocupado, todo mundo me pergunta e aliás, ele me disse inúmeras vezes que eu tinha sorte que ele não me batia, porque o pai dele batia na mãe (por favor).
 A história de amor que eu imaginei que iria acontecer virou um pesadelo para mim, eu cheguei ao ponto de não aguentar mais e ter vontade de morrer, estou infeliz e não é porque não estou trabalhando fora, é porque me decepcionei com o amor, não com o amor, mas com o meu amado. Cheguei a me arrepender amargamente.
 Me disseram para separar, mas eu não acredito em divórcio, não existe divórcio quando se tem filhos, vou ter que ver a cara da peste que é o pai dos meus filhos o resto da minha vida, junto com divorcio vem madrasta, padrasto, filho da madrasta. Minha filha que eu cuido tanto, com tanto amor vai ser deixada de lado, porque o filho novo é sempre o preferido e os filhos do primeiro casamento ficam esquecidos, e assim que é. Fora festas, formatura, casamento deles, natais, reveillons, vai ser aquela briga e aquele inferno, fica comigo, não, comigo, ciúmes rolando solto, deusolivre. passo por isso até hoje com minha família e não quero isso para minha filha. E eu casei e tive um filho por amor e em consenso e agora que tenho vou largar tudo, desistir sem lutar.
 Sim, com certeza seria muito mais fácil ficar sozinha, voltar para a vida louca, baladinhas, festinhas, afinal alguns finais de semana eu teria folga dos filhos para eles visitarem o pai, mas eu tomo tanto cuidado e agora vou largar mão deles? Deixar na mão dos outros, pois o meu marido trabalha muito e não tem tempo de cuidar, quem vai ficar com os filhos???
 Fora o que construímos juntos nesse tempo, jogar tudo fora? Enquanto existir amor, vale a pena lutar por seu casamento.
 Eu deixei chegar ao ponto que chegou, por medo, não tenho mais medo de perder, não tenho medo de que acabe, cheguei num ponto que se perder tanto faz, mas não vivo mais um dia sequer desse modo.
 Me disseram para sair da zona de conforto e quem sabe me abrir a outras oportunidades, eu não estou em zona de conforto nenhum benhe e muito menos disponível, minha zona de conforto seria justamente ficar sozinha e fazer o que eu quisesse da vida! Você é muito bonita, é muito nova, é muito inteligente, sim, exatamente por isso eu acho que vale a pena investir no casamento. Você pode arrumar alguém, kkkk, eu já tenho alguém, é tudo igual no final das contas, eu já conheço o mundo e conheço bem, não tem diferença, são todos iguais, só muda a altura, tem feio, bonito, magro, barrigudo, defeitos todos tem, e eu ainda fico com esses defeitos do meu, perfeito não tem. Eu sei que posso ficar com quem eu quiser, mas a parada é essa, ele que eu quero, não quero outra oportunidade, me casei porque eu queria sossegar e quero continuar assim, desse jeito. Sou nova, bonita e inteligente, mas vou ficar velha, feia e burra. O tempo leva nossa juventude, não vai durar para sempre.
 Esse é o livre arbítrio, realmente eu posso fazer o que eu quiser, sou livre, não sou propriedade de ninguém, meu corpo é meu, minha vida é só minha e a felicidade e só minha.
Só que eu penso com a cabeça e não com o coração. Ninguém esta condenado ou vai ao inferno, ou sei lá o que porque não suporta um casamento, ou um relacionamento, Deus não vai ficar "de mal" com uma mulher quando ela decide não sofrer mais abuso dentro de um casamento, mas as consequências virão, é fato, tudo que falei acima acontece assim, desse jeitinho mesmo, e assim e sempre vai ser.
 Um casal junto é mais forte, a família se fortalece. Minha vó dizia para mim, eu nunca pedi um real para seu vô, ele que dava, isso é piada, mérito nenhum! Colocar arroz e feijão em casa é obrigação. Marido não esta te dando nada, o dinheiro é dos dois, independente que quem trabalhe ou se os dois trabalhem, fases. Ela dizia, porque tudo que adquirimos ele botava no meu nome porque ele queria. Não vozinha, a senhora está errada, eu sou casada e tudo que vende, compra, troca eu tenho que assinar, ele não é bonzinho por isso, casamento te dá direito a isso, tudo é dos dois, a não ser que se assine um contrato pré nupcial com termos bem claros.
Levei temo para entender que não tem meu dinheiro, seu dinheiro ou eu ter que fazer a faxina da casa sozinha para ele me "dar" um dinheiro. O dinheiro e meu também, cada um esta cumprindo sua parte nesse casamento. Tudo tem seu tempo, voltarei a trabalhar no momento certo, voltarei a estudar e vou tirar um tempo para mim ano que vem porque eu mereço.
 Esposa não é sinônimo de empregada doméstica, saco de pancada, ouvido de penico, madre teresa de Calcutá, cozinheira, lavadeira. Lógico que temos que cuidar das nossas casas, filhos e maridos, mas na medida do possível, dentro do que conseguimos dar conta, ninguém é de ferro e ninguém aguenta.
 Uma mulher que cuida da família também tem que ser respeitada, tem que ter o devido e se dar o valor. São fases da vida, momentos.
 Não vou mais tolerar abuso, quero ser respeitada e não, não vou mudar nada na minha vida porque ela está do jeito que eu planejei e por enquanto é assim que vai ficar e tenho que ser respeitada dentro da minha casa, do jeito que eu sou e estou. Não concordo com o fato de falar com jeitinho, mulher precisa ter dinheiro para cuidar da casa, trabalhando fora ou não, pode comprar um vestidinho sim, tem que fazer o que der para fazer e tem que ser amada, tem que ser tratada com amor e carinho,isso é o
 minimo que se espera de um casamento. Como eu ainda acredito no casamento e não acredito em divórcio eu conversei, espero que seja a última vez, com certeza não será, mas o amor é paciente.
 Nossa sociedade educou muito mal os homens, não sei se todos, mas o meu foi muito mal educado, pois conversando parece que ele achava normal ser assim e estranho ser de outro. Essa geração foi educada (mal) para ser servido pela mulher, para não fazer nada, não cuidar do filho e quando olha por 5 minutos ou lava um copo acha que esta "ajudando", não camaradas, vocês não estão ajudando com nada, estão somente fazendo nada mais que a obrigação. O filho é dos dois, a casa é dos dois e a mulher com certeza está abrindo mão da vida dela e de muitas coisas dela por vocês.
Apesar de tudo e com tudo isso, ainda amo e quero ficar com ele por todos dias da minha vida... Na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza...

2 comentários:

  1. Tomara que voces se ajeitem... mas pensaram em dividir as tarefas? Vc faz isso e eu aquilo?

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    Respostas
    1. Sim Cristiano,já pensei,já falei, já discuti, já conversei, já expliquei.

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